Temos a
tendência, tanto nós, individualmente, como a sociedade, a desprezar a
depressão ou considerá-la apenas como tristeza excessiva ou resultado do
estresse (falso, embora possa haver correlação em certos casos). A depressão é
mais séria do que isso porque ela nos afeta de tal maneira sub-reptícia que nos
focamos em destruir tudo aquilo que temos e fizemos de bom. A depressão atua no
sentido de paralisar e desintegrar, podendo levar à morte. E esta morte pode
não ser necessariamente a do corpo físico; pode ser, e penso que é em alguns
estágios do transtorno, e em alguns casos em particular, a morte de coisas e
objetos bons; de valores, competências, capacidades e potencialidades. O
objetivo é anular tudo isso.
Além do foco
na destruição, a depressão também embota o raciocínio e faz com que não nos
apercebamos das reais intenções desse mal. Já ouvi relatos de pacientes
deprimidos que se referem a seu estado como “a vida em branco e preto”, “estar
envolvido por uma esfera gosmenta, opaca”, “estar envolto em nuvens cinzentas e
carregadas”. Assim, agimos com impulsos destrutivos de forma inconsciente, sem
o saber ou mesmo suspeitar. Um exemplo disso é não tomarmos conta da saúde,
deixarmos de fazer coisas que sabemos serem vitais para a vida e para o
trabalho, e/ ou adotarmos posturas que prejudicam nossos relacionamentos
pessoais, familiares, profissionais e conjugais.
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https://docs.google.com/open?id=0B9VrXgGxPN7vRElmbFNGYTY1c1U
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